Maioridade penal
Lançado recentemente o livro Maioridade penal: 18 anos de histórias inéditas da marca da cal, sobre Rogério Ceni, escrito pelo ótimo repórter André Plihal.
Não li o livro ainda, mas farei isso em breve. Acho que Rogério Ceni é um dos principais personagens do futebol brasileiro, até pelo fato de ter passado esses 18 anos dentro do futebol brasileiro e no principal clube brasileiro dos últimos 18 anos.
Mas o post é apenas para o título: Maioridade penal. Acho que foi um título precipitado, pois traz uma mensagem negativa. Afinal, em qualquer notícia em que se fale de maioridade penal a coisa é ruim. Quem não conhece Rogério Ceni, pode achar que é a história de algum menino do tráfico ou algo parecido. Pra mim, biografia tem que ter um título ou com o próprio nome do biografado, ou com algo que o identifique de imediato. Não gosto de títulos literários, que o leitor vai ter que pensar ou ler a orelha pra saber que se trata de uma biografia.
E aí nesse caso é sempre bom revisitar os grandes nomes do assunto no Brasil, Ruy Castro e Fernando Morais. O primeiro autor de títulos como Anjo Pornográfico e Estrela Solitária, e o segundo, de títulos como Montenegro, Chatô e O Mago.
Depois de ler o livro, escrevo mais.