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REFERENCIAIS PARA ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA EAD NO

July 22nd, 2009 — 7:26pm

REFERENCIAIS PARA ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA EAD NO ENSINO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO.

Vale a pena a leitura. Destaco alguns trechos:

É importante, ainda, que sejam definidos os objetivos e a eles estejam
articulados os processos de avaliação da aprendizagem. Se, por um lado, os conteúdos
apresentados devem pressupor a sua contextualização e as estratégias de ensino adotadas,
por outro, os conteúdos avaliados devem estar associados aos objetivos de aprendizagem,
definidos de forma clara e precisa no início de cada etapa, unidade ou módulo.

A educação à distância coloca a responsabilidade do aprendizado muito mais no aluno do que nos professor. Por isso, deve fornecer meios para que os alunos possam efetivamente desenvolver seus conhecimentos. O que eu acho mais interessante na EAD é que a avaliação é também uma forma de aprendizado, coisa que no ensino tradicional de sala de aula não é entendida assim.

O material didático desenvolvido para cursos a distância é experimental e
perecível. Portanto, podem e devem ser encarados como passíveis de serem revisados,
ampliados, modificados, reformulados e adaptados conforme as necessidades encontradas
ao longo da implementação e desenvolvimento do curso.

Não tem nada perfeito e acabado. Refazer e reformular para tornar a experiência ainda melhor.

Ao proceder à releitura, acelerar, retardar ou retroceder à informação, o aluno
percorre o material didático de diferentes modos, vivenciando uma experiência não-linear
de aprendizagem.

Essa é uma das vantagens da EAD. O aluno decide tudo e não precisa ficar envergonhado de pedir para o professor repetir. A aprendizagem fica dessa forma mais natural.

Para além de uma aula filmada, um material audiovisual precisa explorar a
especificidade da sua linguagem: tanto os recursos de áudio (trilha sonora, ruídos especiais,
músicas, jingles, falas, verbalização), como os recursos visuais (dramatização;
depoimentos; textos visualizados; caracteres; registro, gravação ou simulação de incidentes,
fenômenos e comportamentos; efeitos de computação gráfica; gráficos; mapas; fotos;
ilustrações animadas e inanimadas; charges; resumos etc). Esses recursos são poderosas
ferramentas para enfatizar e sintetizar pontos fundamentais, devendo ser usados para
ratificar e repetir os conteúdos mais importantes.

Isso é elementar na EAD mediada por computador. Afinal, não há diferença entre assistir uma aula in loco com o professor ou um vídeo dessa aula. Agora, assistir a aula com a possibilidade de pausar para consultar na Wikipédia algum termo ou assistir algum vídeo no Youtube, sim.

As estratégias de ensino e de aprendizagem devem se concentrar na orientação
e acompanhamento das atividades para construção do conhecimento. O desenvolvimento da
autonomia do aluno frente ao computador é peça chave na inclusão digital proporcionada
pelo uso desse tipo de material.

Ponto-chave. O aluno tem que se sentir à vontade e confortável no uso do computador e da Internet. Do contrário seu aprendizado será dividido entre aprender a usar o computador e o conteúdo do curso que estiver fazendo.

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Suzana Schimidt

July 19th, 2009 — 6:05pm

Recebi quase agora a notícia do falecimento da Professa Suzan Schimidt. Foi minha professor de fontes de informação e indexação e resumos.

A biblioteconomia brasileira e a pernambucana perdem muito.

Apesar de seu jeitão rígido e olhar severo, ela era uma professora muito querida. Por mim também.

Tem um momento que me marcou muito com a Professor Suzana. Foi por ocasião do lançamento do meu primeiro livro, O Crime da rua zico. Eu sempre fui tímido e chato, então não esperaa que os professores se interessassem. No entanto, muitos me parabenizaram comprando o livro. rofessor Suzana, porém, comprou 2, ficou com 1 e deu o outro ao Ricardo, também bibliotecário, que conversava com ela no momento.

Fica homenagem. Valeu.

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Bairro Novo/Casa Caiada

July 13th, 2009 — 1:01pm

“Casa Caiada, água salgada, imaginando a vida toda submarina”. Isso é que é vida. Bons tempos de Olinda. Original Olinda Style.

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Let’s rock, let’s roll

July 12th, 2009 — 6:33pm

rolling stones

Dia 13 de Julho é dia de rock. Aumenta que isso aí é rock’n'roll, diria Celso Blues Boy.

Rock antes de ser som é espírito. Por isso que não existe rock gospel, pois são dois espíritos que não combinam.

Rock não pode morrer, diria Neil Young.

Longa vida ao rock, ainda que se tenha muitos dias de rock e muitas noites de roll.

Rock it. You got me rocking now.

ira

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Caneta da New York Public Library

July 1st, 2009 — 12:34pm

Meu pai que trouxe de lá. Um dia eu conheço. Bela caneta. E é uma prova de que a Biblioteca NY é também um ponto que recebe visita de turistas, tanto que vendem este souvenir.

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Quantas bibliotecas fazem isso aqui no Brasil? Ou melhor, quantos brasileiros visitam bibliotecas em sua visitas? Tipo, você vai em Recife dá uma passada na Biblioteca Pública de Pernambuco?

1 comment » | Biblioteconomia

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