Não nascemos prontos
Show de bola o Mário Sérgio Cortella. Vale escutar cada palavra.
REFERENCIAIS PARA ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA EAD NO
REFERENCIAIS PARA ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA EAD NO ENSINO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICO.
Vale a pena a leitura. Destaco alguns trechos:
É importante, ainda, que sejam definidos os objetivos e a eles estejam
articulados os processos de avaliação da aprendizagem. Se, por um lado, os conteúdos
apresentados devem pressupor a sua contextualização e as estratégias de ensino adotadas,
por outro, os conteúdos avaliados devem estar associados aos objetivos de aprendizagem,
definidos de forma clara e precisa no início de cada etapa, unidade ou módulo.
A educação à distância coloca a responsabilidade do aprendizado muito mais no aluno do que nos professor. Por isso, deve fornecer meios para que os alunos possam efetivamente desenvolver seus conhecimentos. O que eu acho mais interessante na EAD é que a avaliação é também uma forma de aprendizado, coisa que no ensino tradicional de sala de aula não é entendida assim.
O material didático desenvolvido para cursos a distância é experimental e
perecível. Portanto, podem e devem ser encarados como passíveis de serem revisados,
ampliados, modificados, reformulados e adaptados conforme as necessidades encontradas
ao longo da implementação e desenvolvimento do curso.
Não tem nada perfeito e acabado. Refazer e reformular para tornar a experiência ainda melhor.
Ao proceder à releitura, acelerar, retardar ou retroceder à informação, o aluno
percorre o material didático de diferentes modos, vivenciando uma experiência não-linear
de aprendizagem.
Essa é uma das vantagens da EAD. O aluno decide tudo e não precisa ficar envergonhado de pedir para o professor repetir. A aprendizagem fica dessa forma mais natural.
Para além de uma aula filmada, um material audiovisual precisa explorar a
especificidade da sua linguagem: tanto os recursos de áudio (trilha sonora, ruídos especiais,
músicas, jingles, falas, verbalização), como os recursos visuais (dramatização;
depoimentos; textos visualizados; caracteres; registro, gravação ou simulação de incidentes,
fenômenos e comportamentos; efeitos de computação gráfica; gráficos; mapas; fotos;
ilustrações animadas e inanimadas; charges; resumos etc). Esses recursos são poderosas
ferramentas para enfatizar e sintetizar pontos fundamentais, devendo ser usados para
ratificar e repetir os conteúdos mais importantes.
Isso é elementar na EAD mediada por computador. Afinal, não há diferença entre assistir uma aula in loco com o professor ou um vídeo dessa aula. Agora, assistir a aula com a possibilidade de pausar para consultar na Wikipédia algum termo ou assistir algum vídeo no Youtube, sim.
As estratégias de ensino e de aprendizagem devem se concentrar na orientação
e acompanhamento das atividades para construção do conhecimento. O desenvolvimento da
autonomia do aluno frente ao computador é peça chave na inclusão digital proporcionada
pelo uso desse tipo de material.
Ponto-chave. O aluno tem que se sentir à vontade e confortável no uso do computador e da Internet. Do contrário seu aprendizado será dividido entre aprender a usar o computador e o conteúdo do curso que estiver fazendo.
Suzana Schimidt
Recebi quase agora a notícia do falecimento da Professa Suzan Schimidt. Foi minha professor de fontes de informação e indexação e resumos.
A biblioteconomia brasileira e a pernambucana perdem muito.
Apesar de seu jeitão rígido e olhar severo, ela era uma professora muito querida. Por mim também.
Tem um momento que me marcou muito com a Professor Suzana. Foi por ocasião do lançamento do meu primeiro livro, O Crime da rua zico. Eu sempre fui tímido e chato, então não esperaa que os professores se interessassem. No entanto, muitos me parabenizaram comprando o livro. rofessor Suzana, porém, comprou 2, ficou com 1 e deu o outro ao Ricardo, também bibliotecário, que conversava com ela no momento.
Fica homenagem. Valeu.
Bairro Novo/Casa Caiada
“Casa Caiada, água salgada, imaginando a vida toda submarina”. Isso é que é vida. Bons tempos de Olinda. Original Olinda Style.
Let’s rock, let’s roll

Dia 13 de Julho é dia de rock. Aumenta que isso aí é rock’n'roll, diria Celso Blues Boy.
Rock antes de ser som é espírito. Por isso que não existe rock gospel, pois são dois espíritos que não combinam.
Rock não pode morrer, diria Neil Young.
Longa vida ao rock, ainda que se tenha muitos dias de rock e muitas noites de roll.
Rock it. You got me rocking now.

Caneta da New York Public Library
Meu pai que trouxe de lá. Um dia eu conheço. Bela caneta. E é uma prova de que a Biblioteca NY é também um ponto que recebe visita de turistas, tanto que vendem este souvenir.
Quantas bibliotecas fazem isso aqui no Brasil? Ou melhor, quantos brasileiros visitam bibliotecas em sua visitas? Tipo, você vai em Recife dá uma passada na Biblioteca Pública de Pernambuco?
O fim do livro
O fim do livro
Gustavo Henn – Bibliotecário
O ano de 2009 ficará marcado para sempre na vida daqueles que se cercam pela palavra escrita, de escritores a bibliófilos. De jornalistas a editores. Dois gadgets, produtos tecnológicos, foram lançados pelo maior site de comércio eletrônico no mundo, o Amazon.com, prometendo substituir de vez a leitura em papel. Trata-se do Kindle 2, lançado em fevereiro, e do Kindle DX, lançado em maio. O primeiro é a versão melhorada do original, lançado em 2007, voltado para livros. O segundo, com dimensões um pouco maiores, tem foco em jornais e trabalhos acadêmicos como Teses e Dissertações.
As vantagens desses aparelhos são inúmeras, anunciadas aos quatro ventos com fortes campanhas de marketing. As principais são a capacidade para armazenar cerca de 1.500 livros e a autonomia de bateria de mais de 24 horas. Mas, perto de um livro impresso, não parecem ser tão vantajosas assim. Vejamos. A capacidade de armazenar 1.500 livros é excelente. Nos EUA muitas pessoas estão descartando os livros quenão leem e só entulham em casa – se for fazer isso, doe para a biblioteca da comunidade mais próxima – mas antes salvam uma cópia no Kindle. O lado cômico disso é que se os livros não eram lidos antes, também não serão lidos apenas por terem ido parar no Kindle. Logo, trata-se de um embuste para aqueles que acreditam no acúmulo de livros como sinal de conhecimento.
Carregar 1.500 mp3 em um Ipod é uma vantagem, especialmente para aquelas viagens longas de 4 ou 5 horas, em que a variedade de músicas afasta o tédio. No entanto, em 4 ou 5 horas só é possível ler 1 ou 2 livros, no máximo. Assim, não faz sentido andar com 1.500 livros se você só vai ler mesmo 1 ou 2. O peso do Kindle pode até ser menor do que o peso de um livro. Mas um livro se joga em qualquer lugar, só não pode jogar no fogo. Já o Kindle, não. Torça para nunca dar uma queda em um, pode danificar a tela de cristal líquido ou, pior, os circuitos. E, claro, jamais esqueça seu Kindle em sofás, cadeiras, camas. Alguém pode sentar em cima de sua biblioteca inteira e destruí-la para sempre.
A autonomia da bateria é uma vantagem, mas ser atrapalhado com os avisos de que a bateria está acabando ou ter que se preocupar em encontrar um ponto de energia quando você poderia ler o diálogo final entre Jean Valjean e Javert, por exemplo, não é nada bom. Uma dica: quando for ler Os Miseráveis, de Victor Hugo, prefira o impresso ou não desligue o Kindle da tomada.
O fato é que para um suporte substituir outro, como ocorreu quando o papel substituiu o couro na fabricação de livros, é preciso que o novo ofereça vantagens inalcançáveis pelo suporte antigo. E as vantagens que o Kindle, ou qualquer outro suporte digital, oferece atualmente, não fazem mais do que um livro impresso. Para vingar, é preciso que o ebook ofereça uma nova experiência com a informação.
original: http://www.jornalonorte.com.br/2009/06/28/opiniao.php
Peixonauta

Muito legal o desenho Peixonauta.
O que eu mais gostei foi da criatividade para o personagem principal, pois um peixe-astronauta é simplesmente demais. Vai do fundo do mar ao espaço sideral. Achei ótimo.
Só assisti mesmo um episódio completo, o estranho caso dos grilos. Foi engraçado ver os animais, e aí vários animais são apresentados, dormindo em família, e de repente os grilos param de fazer barulho. O que fazer? Chama Peixonauta pra resolver!
Ele é um agente secreto e ajuda humanos e outros animais. Além do mais, é brasileiro.
Espero que tenha vida longa.
A incrível invenção do café com leite
Quem não lembra, quando era criança, de já ter sido café-com-leite? Talvez em outras regiões tenha outro nome, mas ser café-com-leite é participar das brincadeiras sem ser “pra valer”. É definitivamente uma das invenções mais fantásticas da humanidade, pois permite que as crianças participem sem interferir, e assim vão aprendendo, crescendo, respeitando as regras dos jogos, até poderem efetivamente brincar “a vera”.
Dia desses minha filha passou por isso. Crianças maiores brincavam de pega ou algo parecido, e ela também corria pra e pra cá, vez ou outra pegava alguém e tal, mas estava lá de café-com-leite.
É o tipo de brincadeira em que todos saem felizes.
